PODOLOGIA E CIÊNCIA – PARA PENSAR…
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Este ensaio foi apresentado por mim durante uma aula de Mestrado em Educação Física da Universidade São Judas. Trata-se de um texto interessante para pensarmos sobre as ciências e sobre a Podologia no seu contexto histórico e atual. Boa leitura.
Ensaio sobre o texto: Um discurso sobre as ciências
Essay on the text: A discourse on the sciences
Mstdo. Armando Bega
Profª Dra. Maria Luiza de Jesus Miranda
USJT – Universidade São Judas Tadeu. Rua Taquari, 546 Mooca – São Paulo – SP
armando.bega@gmail.com
Resumo: Este ensaio começa apresentando um breve resumo da vida de Boaventura de Sousa Santos e versa sobre a visão ampliada da Oração da Sapiência proferida na abertura solene das aulas na Universidade de Coimbra em 1985. Nele verificamos uma retrospectiva do pensamento científico desde o início do paradigma da ciência moderna até a ciência contemporânea, perscrutando o pensamento de alguns cientistas que foram ícones do universo científico e que deixaram seus legados, seja no questionamento do modelo de fazer ciência da Idade Média ou da Idade Moderna, ou na proposição metodológica de conhecer o real, com base em pesquisas quantitativas das ciências naturais e qualitativas das ciências sociais.
Palavras-Chave: Ciências; Paradigma; Conhecer; Verdade; Realidade;
Abstract. This essay begins by presenting a brief summary of the life of Boaventura de Sousa Santos and deals with the larger view of the Prayer of Wisdom given at the solemn opening of classes at the University of Coimbra in 1985. In it we see a retrospective of scientific thought from the beginning of the paradigm of modern science to contemporary science, probing the minds of some scientists who have been icons of the scientific universe and left their legacies, is to question the model of doing science in the Middle Ages or Modern Age, or the proposition methodological know the real, based on quantitative research of natural science and qualitative social sciences.
Keywords: Sciences; Paradigm; know, Truth, Reality
Passaram-se vinte e cinco anos desde que Boaventura de Sousa Santos proferiu a Oração da Sapiência como aula magna na Universidade de Coimbra no ano de 1985, dando origem à sua versão ampliada que é o texto intitulado como Um Discurso sobre as Ciências.
Para discorrermos sobre o texto em epígrafe é necessário perpassarmos um pouco pela trajetória do seu autor, a fim de que seja inteligível a compreensão das suas asserções sobre determinados temas que ele aborda.
Quem é Boaventura de Sousa Santos? Como ser humano ele nasceu a 15 de novembro de 1940, em Coimbra, Portugal. Como homem das ciências ele tornou-se Doutor em Sociologia pela Universidade de Yale em 1973. Num breve olhar sobre o seu currículo encontramos informações que apontam para a sua história como professor catedrático da Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra, “Distinguished Legal Scholar da Universidade de Winconsin-Madison” e “Global Legal Scholar da Universidade de Warwick”, além de ser diretor do Centro de Estudos Sociais da Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra e do Centro de Documentação 25 de Abril, também da mesma Universidade. Encontramos outras passagens por diversas Universidade em outros países, como pela Universidade Católica do Rio de Janeiro e Universidade de São Paulo, onde ele foi professor visitante. Inúmeros títulos e prêmios fazem parte do seu currículo, bem como uma experiência ímpar que Boaventura viveu na cidade do Rio de Janeiro no ano de 1970, tendo residido durante um ano em um barraco na Favela do Jacarezinho, lugar este onde realizou sua pesquisa, intitulada “Direito de Pasárgada”, para estabelecer uma alternativa à Antropologia, cuja visão sofria forte influência norte-americana. Importante citarmos as suas incursões pelo Forum Social Mundial que foi levado a efeito por diversas vezes na cidade de Porto Alegre.
Uma vez que situamos Boaventura de Sousa Santos no panorama científico e social contemporâneo, passaremos a discorrer sobre o seu escrito que é o objeto de interpretação deste ensaio.
O início da Idade Moderna, para as ciências, aconteceu no despertar do século XVI e estendeu-se até o século XIX, não contando o século XX que, segundo Boaventura, em 1985 ainda nem havia começado. O cientista moderno teria nascido durante esses séculos desde Copérnico, Galileu e Newton, até os dias atuais, deixando de lado os cálculos esotéricos e passando a questionar todo o conhecimento gerado até então.
O conhecimento científico produzido na Idade Moderna, entre os séculos XVI e XIX, passou a questionar tudo o que fora produzido na Idade Média, entre os séculos V e XV, e na antiguidade, entre 3.000 a.C. e o século IV d.C., aparecendo como uma revolução das ciências, rompendo com o paradigma dos séculos que o antecederam.
Na área das ciências da saúde, na Idade Média, havia uma ruptura entre a Medicina e a Cirurgia, baseada em dogmas religiosos que separavam a alma do corpo e que haviam começado na medicina alexandrina, pois para os cristãos daquela época o corpo do homem era a prisão da alma, conforme leitura interpretativa do “Diálogo Fedon”[1] e que tinha suas repercussões se espraiando até o mundo islâmico que dizia: “o corpo dos mortos era sujo e ímpio e havia que abster-se de tocá-lo e de manchar-se com seu sangue” [2]
Segundo Boaventura[3] a racionalidade é um paradigma que preside as ciências modernas e pode ser verificada através de falas ou de escritos documentados, como o que disse Ambrosio Paré (1510-1590), conhecido como o pai da cirurgia francesa: “no puedo decir por qué razón, pero creo que uno de los principales médios para curar las heridas es conservalas bien limpias”[4], traduzindo-se numa especulação, como parte integrante do método que foi utilizado para o desenvolvimento científico da época. Durante os anos seguintes e, até mesmo, séculos os cientistas pesquisaram, escarafunchando o real para retirar suas verdades, como a que foi decisiva para criar mais um paradigma da ciência moderna no que diz respeito à limpeza das mãos e das feridas, como condição “sine qua non” para o sucesso no processo cicatricial e da não proliferação e transmissão de microrganismos patógenos, conforme estudos de Ignaz Phillip Semmelweiss e de Florence de Nightingale.[5] Mas, a ciência contemporânea aventa a possibilidade para a existência de outros fatores, além dos fisiológicos, para o restabelecimento da saúde e para a cicatrização de feridas, como escreveu Ana Cristina de Sá: “Denomino ‘perceber o imperceptível’ a arte de realmente perceber o todo e não apenas parte dele. A Enfermagem foi a primeira ciência da área da saúde que procurou enxergar o indivíduo de maneira holística…” (SÁ, 2001, p. 11)[6]
O paradigma dominante, que preside a ciência moderna “defende, por vias de fronteiras ostensivas e ostensivamente policiadas” (SANTOS, 1985, P. 3)[7] a racionalidade científica e embora conduza uma “luta apaixonada contra todas as formas de dogmatismo e autoridade” (SANTOS, 1985, p. 3) [8] , também criou suas formas de domínio que foram amplamente questionadas por Jean Jacques Rosseau e descrita por Paulo Jonas de Lima Piva, pós-doutor em Filosofia pela USJT, em seu artigo “Rosseau e a sabedoria da ignorância”[9] onde o autor discorre sobre o “Discurso sobre as ciências e as artes” de 1750 tecendo criticas aos impactos morais dos progressos da razão.[10] Dessa forma é possível entender uma questão que foi proposta por Rosseuau e que habita o pensar de muitos pesquisadores sociais moderno e contemporâneos possibilitando elucubrar pensamentos como este: “Melhoramos muito. Pioramos bastante” (SILVA, 2007, in PIVA, 2008, p. 355)[11]. Rosseau seria mais contundente ao dizer “Povos, sabei, pois, de uma vez por todas, que a natureza quis vos preservar da ciência, como uma mãe arranca uma arma perigosa das mãos do seu filho; que todos os segredos que ela vos oculta são outros tantos males dos quais vos resguarda, e que a dificuldade que vós encontrais em vos instruir não é o menor dos seus benefícios” (Rosseau, 2006, p. 39 in PIVA, 2008, p.360).[12]
O desenvolvimento das pesquisas científicas baseado no paradigma das ciências modernas foi resistindo ao tempo, como percebemos no texto de Boaventura e nos relatos citados anteriormente, ainda que cientistas nascidos no seio do positivismo e no modelo cartesiano de fazer pesquisa tenham questionado esse modelo como podemos perceber nesta asserção de Sigmund Freud sobre seu mestre Charcot: “Sem dúvida, nem tudo o que Charcot nos ensinou naquela época é válido hoje: parte se tornou duvidoso, parte deixou definitivamente de resistir ao teste do tempo. Mas sobrou muita coisa que encontrou lugar permanente no acervo da ciência” (FREUD, 1998, p.21) [13], O que levou Freud a propor os pilares da Psicanálise como um novo paradigma que acabou por se estabelecer através do tempo. Fala-se de Jung e de outros pesquisadores na senda da psicanálise, mas Sigmund Freud foi o ponto de partida ao questionar o paradigma vigente para explicar a histeria e outras neuroses[14] e produzir uma crise que se transformaria numa revolução e no estabelecimento de um novo paradigma ao propor um
método para a investigação de processos mentais de outro modo quase inacessíveis; de um método baseado nesta investigação para o tratamento de desordens neuróticas; de uma série de concepções psicológicas adquiridas por este meio e que se vão juntando umas às outras para formarem progressivamente uma nova disciplina científica” (LAPLANCHE; PONTALIS, 1986, p. 497)[15]
demonstrando que além da visão do homem máquina seria preciso entender o homem nas suas três dimensões: id, ego e superego, ao que incluo a necessidade de ver o homem nas suas dimensões social, cultural e religiosa. Teríamos, então o homem integral em contraposição ao homem dual das religiões judaico-cristãs e do islamismo, em contraposição ao homem máquina de La Metrie[16], em contraposição ao paradigma das ciências naturais.
Boaventura diz que as ciências que repousam seus alicerces sobre a natureza, provenientes do racionalismo de René Descartes e no empirismo de Francis Bacon somente aceitam as disciplinas formais da lógica e da matemática e o empirismo das ciências naturais. Ele comenta que as Ciências Sociais nasceram para serem empíricas e, por este motivo elas acabaram por adotar um modelo de pesquisa que aceita o paradigma das ciências naturais. Por outro lado uma facção de pesquisadores, de cientistas sociais, avocaram para as ciências sociais um modelo próprio de pesquisa baseado na especificidade do ser humano.[17] O primeiro modelo seria o das pesquisas quantitativas e o segundo modelo estaria relacionado às pesquisas qualitativas.
A dificuldade para mensurar o homem como um todo complexo e individual e as relações sociais por uma ótica cultural, religiosa e profundamente humana, fez com que Thomas Kuhn considerasse as ciências sociais como pré-paradigmáticas, pois fugiam ao controle da racionalidade das ciências naturais.[18]
Desta forma o paradigma dominante demonstra sinais evidentes de que passa por uma profunda crise, muito bem descrita por Boaventura no seu “Discurso Sobre as Ciências” e nos relatos aqui descritos e fica evidente que essa crise sofre um aprofundamento mostrando pontos frágeis nas suas bases, que podem ser vistos em publicações de cientistas contemporâneos oriundos das ciências naturais, como é o caso do Dr. Cid Yazigi Sabbag, médico dermatologista, pesquisador da Psoríase que em sua Obra recente “A Pele Emocional Controlando a Psoríase” propõe causas que transcendem a máquina humana, a visão dualista e quantitativa do paradigma das ciências modernas, aventando a possibilidade de causas emocionais e qualitativas para a compreensão e para o tratamento da psoríase, passando inclusive por um enfoque multi, inter e transdisciplinar.[19] Importante perceber que não se trata de um fenômeno isolado, como bem disse Boaventura e que aponta para a visão transdisciplinar, para um paradigma de auto-organização proposto por Jantsch. [20]
Hoje temos os avanços tecnológicos oriundos da instrumentalização das ciências naturais para resolver seus quebra-cabeças, como a evolução da microscopia, desde a descoberta do microscópio por Antoni Von Leeuwenhook por volta de 1650, até a microscopia eletrônica descoberta pelo físico alemão Bush quando estudava a trajetória dos elétrons em campos magnéticos no ano de 1926 e, mais recente, pelo desenvolvimento da nanotecnologia na área da saúde, uma vez que o estudo de nanopartículas nos remete a um mundo um milhão de vezes menor do que o mundo até recentemente conhecido, pois um nanômetro é a milionésima parte de um milímetro. Bergmann[21] afirma que a nanotecnologia tem avançado rapidamente e que encontra reflexos e aplicações multidisciplinares dentro da nanomedicina. Esses avanços tecnológicos encontram respaldo em interesses militares e econômicos e uma grande parte dos pesquisadores trabalha para essas indústrias dentro do contexto capitalista da sociedade contemporânea, pois como afirma Boaventura “Por um lado, a comunidade científica estratificou-se, as relações de poder entre cientistas tornaram-se mais autoritárias e desiguais e a esmagadora maioria dos cientistas foi submetida a um processo de proletarização no interior dos laboratórios e dos centros de investigação”.[22] Voltamos a Piva, quando analisando Rosseau, ele disse que os homens iludidos foram escravizados pela ordem social vigente e “perderam a capacidade de discernir entre o bem e o mal”(PIVA, 2008, P. 355).[23]
Talvez a solução para esse dilema contemporâneo que põe em choque as ciências naturais e as ciências sociais, a metodologia quantitativa frente à metodologia qualitativa, as questões tecnológicas e econômicas em relação às questões éticas e morais, seja o desembocar nas ciências sociais, como o fenômeno da pororoca do encontro do rio com o mar, pois as ciências sociais se apresentam como um agente catalisador de uma possível fusão entre as ciências naturais e as ciências sociais.
A parcelização do conhecimento proposta pela especialização, que surgiu na idade moderna quando o barbeiro que era um faz tudo, que fazia barba, penteava, cortava cabelo, desbastava calos, desencravava unhas, fazia cirurgia de hérnia e desobstruía a uretra com cáusticos e cortes, além de vender salsicha e maquiar as jovens donzelas, foi reconduzido à medicina e, conforme a inclinação das suas habilidades passou a se especializar fazendo surgir o dentista, o podologista, o cirurgião de cabeça e pescoço, o cirurgião ortopedista e um grande etcétera de profissões emergentes[24] se reflete nos dias atuais através das inúmeras especialidades médicas, porém há uma forte tendência para voltar ao homem integral, à interdisciplinaridade. Assim como as profissões especializadas nas partes tiveram que provar sua descendência das ciências naturais, como a Podologia nos Estados Unidos em maio de 1938, na cidade de Illinois, que teve vetada a sua inserção na AMA (American Medical Association) e que nesse mesmo ano teve seu caso julgado pelo Conselho Jurídico da AMA recebendo o seguinte veredicto:
Podologia não é um culto como a osteopatia, quiropraxia ou uma ciência cristã, que têm bases não-científicas de tratamento, a Podologia é uma prática médica antiga, em um campo limitado considerado não suficientemente importantes para o médico e, portanto, muitas vezes negligenciado, e preenche uma lacuna deixada de lado pela profissão médica(LEVY; HETHERINGTON, 2006, P. 3). [25]
Podemos perceber a luta secular para que um paradigma fosse implantado e continuasse seu aprofundamento através de um processo cumulativo e, ao mesmo tempo, notamos a necessidade humana de promover uma revolução científica rompendo com o paradigma das ciências naturais, valorizando o senso comum desprestigiado pela ciência moderna e que começa a emergir no contemporâneo apontando para um futuro que tentamos antecipar em nossas mentes, pois a ciência moderna não é mais vista como a única explicação da realidade e que essa explicação pode estar na arte, nas religiões, na astrologia e, até mesmo na poesia, como nos mostra Fernando Pessoa que evoca um Criador diferente daquele proposto pelas religiões e em contraponto ao agnosticismo das ciências naturais, mas que hoje já encontra respaldo em pesquisas que apontam para a existência de uma organização na desorganização, como se o caos do big bang que teria originado o mundo não fosse uma pura desordem, mas um processo de entropia em que o acúmulo de energia tivesse procurado se organizar em meio à desordem da sua ebulição, “em vez da eternidade, a história; em vez do determinismo, a imprevisibilidade; em vez do mecanicismo, a interpenetração, a espontaneidade e a auto-organização; em vez da reversibilidade, a irreversibilidade e a evolução; em vez da ordem, a desordem; em vez da necessidade, a criatividade e o acidente”[26]
“TODO COMEÇO é involuntário.
Deus é o agente.
O herói a si assiste, vario
E inconsciente.
À espada em tuas mãos achada
Teu olhar desce.
‘Que farei eu com esta espada?’
Ergueste-a, e fez-se.” [27]
Por fim Boaventura faz alusão a que o conhecimento científico deve seguir rumo ao senso comum e que todo conhecimento gera auto-conhecimento. Logo, se temos muito ainda para conhecer é porque desconhecemos a nós mesmos e o futuro é uma jornada desconhecida, embora tenha dito o filósofo ítalo-portenho José Ingenieros que não existe o presente e que vivemos com um pé no passado e outro no futuro, pois “lo presente es pasado o porvenir. La estabilidad discontinua es ilusória abstracíon…” (INGENIEROS, 1999, P. 91)[28]
[1] PLATÃO. Fedão. Acrópolis. Disponível em: HTTP://br.egroups.com/group/acropolis/ Acesso em 17 março 2010
[2] BLÁSQUEZ, T.U. Podología: Historia Antigua y Moderna. 1.ed. Vísion Net. Madrid, 2007.
[3] SANTOS, B.S. Um Diálogo Sobre as Ciências. Disponível em: http://carla.cristiana.googlepages.com/DiscursoCiencias.pdf Acesso em: 17 março 2010
[4] BLÁSQUEZ, T.U. Podología: Historia Antigua y Moderna. 1.ed. Vísion Net. Madrid, 2007. (p. 61)
[5] CARRARO, T.E.Os Postulados de Nightingale e Semmelweis: poder/vital e prevenção/contágio como estratégias para a evitabilidade das infecções, in Revista Latino Americana de Enfermagem. Vol 12 nº 4. Ribeirão Preto. Julho/agosto, 2004.
[6] SÁ, A.C. O Cuidado do Emocional em Enfermagem. 1.ed. Robe. São Paulo, 2001 (p. 11)
[7] SANTOS, B.S. Um Diálogo Sobre as Ciências. Disponível em: http://carla.cristiana.googlepages.com/DiscursoCiencias.pdf (p.3) Acesso em: 17 março 2010
[8] SANTOS, B.S. Um Diálogo Sobre as Ciências. Disponível em: http://carla.cristiana.googlepages.com/DiscursoCiencias.pdf (p. 3) Acesso em 17 março 2010
[9] PIVA, P.J.L. Rosseau e a sabedoria da ignorância, in Integração. nr. 55, 2008. USJT. São Paulo, ano XIV, out/Nov/dez (P. 355-363)
[10] PIVA, P.J.L. Rosseau e a sabedoria da ignorância in Integração. nr. 55. USJT. São Paulo, ano XIV, out/Nov/dez, 2008. (p. 355-363)
[11] PIVA, P.J.L. Rosseau e a sabedoria da ignorância, in Integração. Nº 55. USJT. São Paulo, ano XIV, out/Nov/dez, 2008. (p. 355-363)
[12] PIVA, P.J.L. Rosseau e a sabedoria da ignorância, in Integração. Nº 55. USJT. São Paulo, ano XIV, out/Nov/dez, 2008. (p. 355-363)
[13] FREUD, S.Vida e Obra de Freud. Um estudo autobiográfico. 1. ed. Imago. São Paulo, 1998 (p.21)
[14] FREUD, S. Primeiras Publicações Psicanalíticas. 1. ed. Imago. São Paulo, 2006
[15] LAPLANCHE, J.; PONTALIS, J.B. Vocabulário da Psicanálise. 9.ed. Martins Fontes. São Paulo, 1986 (p. 497)
[16] NOVAES, A.; ROUANET, S.P. et. al. O Homem Máquina Hoje, in O Homem Máquina. Companhia das Letras. São Paulo, 2003.
[17] SANTOS, B.S. Um Diálogo Sobre as Ciências. http://carla.cristiana.googlepages.com/DiscursoCiencias.pdf (p. 6) Acesso em: 17 março 2010
[18] SANTOS, B.S. Um Diálogo Sobre as Ciências. Disponível em: http://carla.cristiana.googlepages.com/DiscursoCiencias.pdf (p. 6) Acesso em 18 março 2010
[19] SABBAG, C.Y. A Pele Emocional Controlando a Psoríase. 1.ed. Iglu. São Paulo, 2006. (p. 33)
[20] SANTOS, B.S. Um Diálogo Sobre as Ciências. Disponível em: http://carla.cristiana.googlepages.com/DiscursoCiencias.pdf (p. 10) Acesso em: 18 março 2010
[21] BERGMANN, B.R. A Nanotecnologia: da saúde para além do determinismo tecnológico, in Artigos e Ensaios – Ciência e Cultura. SBPC. Vol. 60, nr. 2. São Paulo, 2008
[22] SANTOS, B.S. Um Diálogo Sobre as Ciências. Disponível em: http://carla.cristiana.googlepages.com/DiscursoCiencias.pdf (p. 10) Acesso em: 18 março 2010
[23] PIVA, P.J.L. Rosseau e a sabedoria da ignorância in Integração, ano XIV, out/Nov/dez, nr. 55, 2008. Pág 355-363
[24] BLÁSQUEZ, T.U. Podologia: História Antigua y Moderna. 1.ed. Vision Net. Madrid, 2007.
[25] LEVY, A.L.; HETHERINGTON, V.J. et.al. Principles And Practice of Podiatric Medicine. 2.ed. Data Trace. Maryland – USA, 2006. (p 1-4).
[26] SANTOS, B.S. Um Diálogo Sobre as Ciências. Disponível em: http://carla.cristiana.googlepages.com/DiscursoCiencias.pdf (p. 10) Acesso em: 18 março 2010.
[27] PESSOA, F. Seleção Poética. Fernando Pessoa Ele Mesmo. 1. ed. Companhia José Aguilar. Rio de Janeiro, 1972 (p. 47)
[28] INGENIEROS, J. Las Fuerzas Morales. Bureau Editor. Buenos Aires, Argentina, 1999 (p. 81)
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mai 29 2011











